Realidade aumentada e máquinas inteligentes aprimoram aquisição de produtos


loja-do-futuro O universo digital vai fazer cada vez mais parte da jornada de compra das pessoas. E isso não significa apenas o e-commerce, mas também lojas localizadas em metrôs e ruas que não têm produtos físicos, mas imagens deles que podem ser escaneadas pelo smartphone e em pouco tempo entregues na casa dos clientes. Para que tenham sucesso, no entanto, essas lojas, de acordo com o Gartner, precisam reunir três características fundamentais: customização, personalização e colaboração.
 
“A loja digital não é apenas sobre tecnologias digitais futuristas, mas é a loja do passado, presente e futuro”, sintetiza Miriam Burt, vice-presidente de pesquisas do Gartner. Isso acontece porque os clientes esperam excelência em todas as etapas de compra, completa. Essas lojas precisam prover, por exemplo, explica Miriam, essencialidade, que inclui disponibilidade no estoque, consistência nas informações sobre os produtos e um check-out livre de problemas.
 
“Tecnologias bem estabelecidas, como RFID, utilizadas no passado estão de volta para contribuir para o gerenciamento de estoque e são agora usadas de forma inovadora para melhorar a experiência do cliente”, avalia.  Segundo ela, os varejistas precisam estudar como essas tecnologias tradicionais podem ser usadas em conjunto com soluções como NFC, realidade aumentada e máquinas inteligentes para a execução robusta dos princípios básicos na loja.
 
A loja digital deve também entregar uma experiência conectada, consistente e conveniente em vários canais. “Por meio de beacons no interior da loja, por exemplo, os varejistas podem oferecer promoções, descontos, recomendações e recompensas personalizadas”, sugere.
 
Os varejistas também precisam encontrar formas inovadoras de aprimorar o envolvimento do cliente para melhorar a fidelização e aumentar as vendas. Eles exploram, cada vez mais, a tendência da convergência de personalização e colaboração para a inovação. Alguns lojistas já permitem que seus clientes usem impressoras 3D no interior da loja para criar produtos próprios.
 
“A transformação digital é importante para enriquecer a experiência do cliente e fortalecer seu envolvimento. Os varejistas hoje entendem que não se trata apenas da experiência de compra, mas de oferecer aos seus clientes o que eles precisam para que eles tenham uma vida melhor”.

Por IT Forum 365

 
Marcos / Big Data e Mobile, Consumo, Varejo

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Conheça os mecanismos de identidade do futuro.


futuredocs Além de trazerem mais segurança à identificação, os documentos do futuro devem concentrar informações bancárias e tributárias dos usuários. É uma constante em filmes de ficção científica: em algum momento os personagens terão suas retinas, mãos ou rosto escaneados para serem identificados. Hoje, o mecanismo das telonas é realidade e é comum utilizar a biometria para transações bancárias e afins, mas o futuro promete ainda mais: a Estônia, por exemplo, já tem identidades digitais que aglomeram dados sobre 600 serviços públicos e 2.000 privados.
RG do futuro: O documento permite pagar os impostos, certificar habilidade para direção, fazer operações bancárias, acessar planos de saúde e até mesmo votar. Além de simplificar a rotina do portador, garante maior segurança em todas essas operações.
“Passamos de identificações que continham números cadastrados em algum sistema para documentos integrados ao sistema”, explica Alexandre Lima, da Rápido Card, empresa que desenvolve e já emprega as tecnologias de smartcards (cartões que contém um chips responsáveis pelo armazenamento de certificados digitais).
Outra novidade que chama atenção já é adotada em um prédio de escritórios sueco, onde todos os 400 funcionários tiveram um pequeno chip subcutâneo implantado. O dispositivo é programado conforme os níveis de autorização dos colaboradores e as portas se abrem – ou não – para eles desde que estejam permitidos a acessar determinados departamentos.
Para tanto, os chips utilizam RFID (identificação por radiofrequência). Aliada a outros dispositivos cotidianos, como o celular, a RFID pode resultar em uma realidade quase inacreditável. Imagine: sua identidade está vinculada aos seus dados bancários e ao celular, que só funciona após leitura biométrica. Quer comprar um produto? Tudo bem, entre na loja, pegue-o, coloque na bolsa, passe pelo portal que triangula os dados e pronto, você foi para casa sem filas e a empresa recebeu o pagamento direto da sua conta corrente.
No Brasil, as novidades ainda não são para já, mas empresas desenvolvedoras de smartcards se preparam para integrar telas de LCD e teclados sensitivos que adicionam mais níveis de certificação e segurança aos crachás, além de permitirem a inserção de senhas no próprio dispositivo. “Estamos antenados com as últimas tecnologias de identificação e controle de acesso para garantir que nossos clientes ganhem em agilidade e precisão”, conta Alexandre Lima.

Por Segs
Marcos / Big Data e Mobile, Novas Tecnologias, Privacidade e Segurança /

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Porto de Paranaguá receberá Sistema de Rastreamento de Cargas com RFID

Porto-de-Paranagua


Porto-de-ParanaguaPor ser o porto com maior grau de informatização do Brasil, Paranaguá receberá um projeto-piloto do Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, o Brasil-ID. O sistema do Ministério da Ciência e Tecnologia usa identificação por radiofrequência (RFID) e acessórios integrados para controle fiscal de mercadorias em produção e circulação pelo País.

O controle é feito com um microchip instalado nos caminhões das transportadoras e nos produtos. Também são instaladas antenas de transmissão no porto e estradas, que permitem monitorar o trajeto. Com isso, é possível automatizar a transmissão de dados fiscais, além de facilitar a logística dos veículos no acesso às áreas alfandegadas e até rastrear as cargas e automóveis em caso de roubo.

Com o chip, o caminhão sai da área do porto já com todas as informações da carga, remetente, destino final e tributação. Desta forma, não perde tempo ao parar nos postos fiscais, além de garantir que as informações prestadas são corretas.

“Este padrão único para identificação, rastreamento e autenticação de mercadorias em produção e circulação é fundamental para o desenvolvimento e a segurança de todos os órgãos envolvidos no processo de logística”, diz o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

As informações sobre o sistema foram apresentadas em um workshop na última quinta-feira. O evento, organizado pelo Ministério Público do Paraná em parceria com o Programa Cidades do Pacto Global das Nações Unidas, serviu para esclarecer o funcionamento do sistema e as suas interações entre os órgãos públicos e o setor privado.

“O Porto de Paranaguá é referência em informatização no Brasil, o que nos garante uma melhor aplicação das ferramentas de controle fiscal e logística nas operações”, afirma o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Caio Fernando Fontana, que recentemente concluiu um trabalho de otimização de entrada e saída de caminhões de fertilizantes no Porto de Paranaguá.

Ele conta que o sistema interligado com o mesmo padrão de comunicação em escala nacional – por meio de chips, antenas, pedágios ou balanças – reduz os custos de implantação e traz benefícios para todos os setores envolvidos. “Isso permite uma integração nas operações, já que com o mesmo chip é possível pagar o pedágio na BR-277, utilizar a balança do porto de Paranaguá e passar pela fiscalização do ICMS no Mato Grosso, por exemplo”, explica Fontana.

O líder nacional do Brasil-ID, o auditor fiscal Geraldo Marcelo Cabral de Souza, conta que o sistema acaba de sair da fase de projeto-piloto para se tornar operacional. “A Bahia e o Rio Grande do Sul já estão operando o programa, que permite a integração de documentos fiscais e torna ágeis e confiáveis os processos, desde o emissor até o receptor do produto”, explica Souza.

Por Agência de Notícias do Paraná.

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NURUGO incorpora biometria da impressão digital para o seu celular

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Virdi, apresentado no Mobile World Congress o novo módulo biométrico NURUGO para telefones móveis, um dispositivo removível que permite que você utilize a identificação por reconhecimento de impressão digital em qualquer telefone móvel.
NURUGO é um scanner óptico, que adere à parte de trás de qualquer telefone móvel e utiliza a câmara e o flash para obter uma imagem da superfície da impressão digital de quem esteja usando o aprelho. Esta imagem de alta resolução contém informações sobre as "minúcias" pontos da impressão digital registrada, único para cada indivíduo (usuário).

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NURUGO um leitor biométrico móvel
Graças a um aplicativo gratuito que pode ser baixado agora em telefones móveis com sistema operacional Android, o proprietário do celular pode usar o reconhecimento de impressões digitais para aplicações simples, como bloquear e desbloquear o celular , restringindo o acesso a determinadas aplicações, usando diferentes dedos para acessar seus aplicativos favoritos instalados no seu celular ou até mesmo esconder fotos ou pastas específicas a partir do suas pastas de arquivos, aumentando assim a segurança e privacidade em seu Smartphone.


NURUGO dá qualquer telefone celular com câmera de pelo menos 8 Megapixel. funcionalidade através de identificação de impressão digital, existente em telefones high-end, como o iPhone 6 ou o Samsung Galaxy S6, e seu leitor é capas de reconhecimento de dedos molhados.

Comercializado pela Virdi para os demais modelos de telefones celulares que não possuem está funcionalidade dos high-end a baixo custo. Além disso, NURUGO será encontrado em toda rede de distribuidores Virdi em território nacional para os distribuidores de acessórios do telefone de varejo, mas acima de tudo, é destinado a desenvolvedores de software interessados ​​em fornecer seus aplicativos (apps) para identificação segura, como biometria da impressão digital para tais mercados diversificados tais como serviços bancários, de assinar com a impressão digital através de um smartphone, geo-localização, etc.

http://www.virdi.com.br/nurugo.html

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A tempos que a biometria vem ocupando e ganhando o espaço na credibilidade de identificação.

Começa a ser aprovado nas Assembleia Legislativa a utilização de identificação biométrica agora para recém-nascidos, por tratr-se de um tecnologia que garante a certeza da identificação através da leitura e arquivo das digitais dos bebes assim que nascem simplificando e dando maior segurança em todos os processos nas maternidades.

A leitura biométrica das crianças é realizada ainda na sala de parto e o passo seguinte é vincular a identificação do bebê à de sua mãe.

O modelo ainda em uso é a coleta de desenhos papilares dos pés, com tinta. Ele é considerado ineficaz porque, muitas vezes, inviabiliza a leitura técnica dos desenhos. Já o novo sistema servirá como fator importante de prevenção na solução de casos de subtração e troca de bebês em maternidades. Além disso, pode auxiliar nos casos de abandono de recém-nascidos.

A proposta de mudança está no Projeto de Lei nº 27/2014 e tem como base um sistema desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná. Ele é considerado eficaz nos casos de raptos ou trocas de recém-nascidos e atende as normas da identificação segura, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente.

A utilização de equipamentos de biometria das impressões digitais aliada ao banco de dados de recém-nascidos em aeroportos e rodoviárias também será importante. O conjunto facilitará a identificação da pessoa que acompanha um bebê ou uma criança, em qualquer viagem, coibindo crimes contra os mesmos.

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Sistema RFID Acura na Tetra Pak® na 30ª Fispal Tecnologia.

Com estrutura inspirada no estádio do Maracanã, o estande da Tetra Pak® na 30ª Fispal Tecnologia, foi revestido com grama sintética fazendo parecer um verdadeiro campo de futebol. A empresa apresentou soluções RFID entre as tecnologias aplicadas. Clientes da Tetra Pak® como a Nestlé®, receberam credenciais com tags RFID e quando chegavam à Fispal, entravam por uma área exclusiva com os leitores EDGE-50, além disso, no estande, os clientes se posicionavam nos círculos desenhados no gramado em frente à vitrine virtual, onde ficavam os leitores EDGE-50 TCP e antenas UHF da ACURA. Através da leitura RFID da credencial do cliente, os produtos eram exibidos em um vídeo interativo 3D.

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Quais os rumos da biometria no Brasil?

Executivo da Lumidigm revela que não há nenhum dispositivo 100% à prova de fraudes. Mas os sensores de impressão digital estão quase lá

O Brasil vem chamando atenção do mundo todo por sua capacidade de rapidamente absorver novas tecnologias biométricas em vários segmentos – o que garante uma posição de destaque, principalmente no mercado financeiro. Cinco dos maiores bancos brasileiros já estão adotando a autenticação biométrica, implantando sensores nos caixas eletrônicos. Os demais não devem demorar a seguir esse caminho – nos transformando, provavelmente, no primeiro país no mundo em que o número de caixas eletrônicos com sistema de autenticação biométrica supera aqueles que contam apenas com modelos convencionais até o final deste ano. Diante desse avanço, Phil Scarfo, executivo da Lumidigm – líder global em soluções de autenticação biométrica que foi adquirida recentemente pela HID Global, gigante em soluções de identificação segura – fala sobre os rumos esperados para a biometria no curto e médio prazo.

1.      As senhas e códigos alfanuméricos estão com os dias contados?

Phil Scarfo: “Sim, embora seja difícil prever uma data. O fato é que o mundo mudou dramaticamente nas últimas décadas. Então, por que continuar confiando em métodos de autenticação que não são nem seguros, nem convenientes? Quando fornecedores inteligentes combinam o que os consumidores querem (maior comodidade) com o que eles precisam (maior segurança), o resultado é uma fórmula convincente e vencedora para todos. As senhas têm sido usadas há mais de 50 anos e, embora elas venham se tornando cada vez mais inconvenientes, menos seguras e mais difíceis de administrar e manter – exigindo muito de nós em termos de memória e organização –, ainda persistem em muitas aplicações como se fossem suficientes”.

2.      Existe algum setor pioneiro, que esteja mais adiantado na substituição das senhas por sensores de impressão digital?

Phil Scarfo: “O setor financeiro é o mais avançado. Os bancos brasileiros, por exemplo, estão provando para o mundo todo que a biometria pode aumentar a segurança sem aumentar a complexidade – oferecendo um benefício real e um modelo que funciona. Também sabemos que as senhas estão se tornando uma ameaça cada vez maior à segurança do usuário. Sendo assim, muito provavelmente a biometria será uma alternativa real dentro de uma década em vários setores da economia”.

3.      Por que o Brasil está se destacando tanto com relação à adoção da biometria?

Phil Scarfo: “Antes de todos os outros países, o Brasil se deu conta de que segurança é tão importante quanto conveniência. Em muitos mercados, hoje em dia, os provedores estão forçando os clientes a ‘escolher’ entre segurança e comodidade. O que o Brasil já percebeu é que, enquanto os analistas de risco anseiam por segurança, seus clientes estão pedindo mais facilidade e comodidade. Com a biometria, as duas partes saem vitoriosas. Além disso, a tecnologia biométrica de impressão digital é muito bem aceita por toda a população – tendo sido incorporada, também, no sistema eleitoral, no controle de presença de empresas, faculdades, serviços de saúde etc.”.

4.      Sendo uma tecnologia desenvolvida nos Estados Unidos, por que esse país não foi o primeiro a adotar amplamente a biometria?

Phil Scarfo: “Mercados como os Estados Unidos, onde grandes perdas financeiras devido a fraudes ainda são raras, não existe essa percepção da importância de ferramentas como a biometria para aumentar a segurança. Todavia, como esse cenário vem mudando rapidamente em nível mundial, não vai demorar para começar a ver outros mercados como os Estados Unidos e países fortes da União Europeia adotar a autenticação biométrica também”.

5.      Em outros países da América Latina, onde a questão segurança é tão fundamental quanto no Brasil, também estão sendo adotados sensores biométricos de impressão digital?

Phil Scarfo: “Sim. No México, Chile e Argentina vemos um interesse crescente em adotar sensores biométricos em muitos segmentos da economia, principalmente o bancário. Assim como o Brasil, eles compreendem que a autenticação biométrica é a forma mais pura de identificação pessoal. Isso assegura que aquela parcela da população que não tem acesso à tecnologia – como moradores de áreas rurais, idosos pensionistas e pessoas que fazem parte de projetos assistenciais do governo – possa fazer uso da biometria sem grandes esforços, já que basta cadastrar a digital e aproximar o dedo do leitor biométrico para ter acesso à conta bancária no caixa eletrônico. Não há nada para aprender ou se lembrar – nem qualquer outra barreira de idade, idioma ou nível educacional. Trata-se de uma tecnologia simples e muito inclusiva.

6.      Qual a relação custo-benefício para a implantação de sensores biométricos nos caixas eletrônicos?

Phil Scarfo: “O custo vem sendo reduzido na medida em que a nova tecnologia vai se popularizando e os sensores vão ficando melhores e mais baratos. Vale dizer que o retorno do investimento se torna mais claro e óbvio quanto mais percebemos seu custo-benefício. Afinal, alternativas como ‘memorização de senhas’ parecem gratuitas mas custam caro – já que são muito vulneráveis. As perdas devido a fraudes e abusos são impactantes para muitos negócios. Portanto, quando avaliamos a relação custo-benefício, é fundamental considerar o nível muitas vezes superior da biometria em t

ermos de segurança e conveniência para clientes bancários ou de outros serviços e empresas. Ou seja, o custo de ter uma autenticação biométrica é menor do que o custo de não ter”.

7.      Podemos dizer que a biometria é infalível em termos de segurança?

Phil Scarfo: “Nada em termos de segurança será 100% à prova de fraudes. Gerenciar riscos é uma questão de equilibrar segurança e conveniência. Podemos aumentar a segurança substancialmente, mas através da combinação de fatores que atingem quase a segurança total. Chegamos muito perto de 100%, mas não atingimos os 100%.   A combinação entre biometria, um dispositivo inteligente (com uma aplicação segura) e talvez um PIN (código numérico de identificação pessoal) poderia ser mais do que suficiente para atender aos mais altos padrões de segurança. Mas é errado pensar que alguma coisa é 100% segura, à prova de fraudes. Sendo assim, a melhor opção é aquela que proporciona um nível bastante alto de segurança com a máxima conveniência possível. Que outra tecnologia oferece isso além da biometria? Por enquanto, nenhuma outra.

Fonte: Phil Scarfo

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Quem Somos


A Time Lock é uma empresa, de profissionais com mais de 15 anos de experiência.

Focada no mercado de Identificação Eletrônica, controle de acessos, catracas, cancelas, fechaduras eletrônicas e biométricas, para uso residencial, comercial, industrial, hospitalar e hoteleiro o que nos faz hoje referencial em nosso seguimento.

Oferecemos a nossos clientes o que existe de mais avançado, moderno e seguro, pois a Time Lock possuí equipe e tecnologia para buscar as melhores soluções para seus clientes.

Todos os nossos produtos passam por rigorosos testes de qualidade, são testados um a um antes de serem entregues aos clientes.

Hoje a Time Lock tem o melhor custo benefício do mercado, por isso consegue oferecer a seus clientes 1 ano de garantia total em todos seus produtos. 

Nossa Missão:

Atender as necessidades do seguimento de Segurança e Identificação Eletrônica em controle de acessos, aprimorando nossos produtos e serviços, prosperando como empresa, conquistar e manter clientes obtendo suas satisfações crescente, e de nossos colaboradores. 

Visão:

Atuar no mercado visando crescimento, baseando-se na ética e qualidade, procurando fazer bem tudo aquilo que faz;

Atingir a excelência no treinamento e desenvolvimento pessoal e profissional, servindo de referência em consultoria no Brasil nas áreas nas quais atuamos. 

Valores:

  • Comprometimento ético
  • Igualdade de tratamento a todos os públicos
  • Justiça e paz social
  • Transparência nas ações
  • Compromisso com o serviço
  • Envolvimento com a missão da empresa
  • Valorização dos integrantes da empresa
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Biometria


A biometria é o método utilizado para identificar uma pessoa por alguma característica física, como impressão digital, íris, voz, entre outras. Pelo fato de cada pessoa possuir características únicas e intransferíveis, a biometria tornou-se um método muito eficaz e seguro, passando a ser utilizado no mundo inteiro.

id104926A biometria é aplicada em dispositivos que possuem sensores que fazem a leitura, a verificação e a identificação destas características físicas. Essas informações são armazenadas como um registro único de cada indivíduo. A identificação biométrica por impressão digital é a mais conhecida e utilizada atualmente. Isso porque ela é considerada a menos evasiva e agressiva aos seres humanos. Outro fator que contribuiu bastante para as impressões digitais dominarem o mercado de biometria é a facilidade e rapidez com que os leitores reconhecem as digitais e também a probabilidade de falha que fica abaixo de 0,001%. Ou seja é quase impossível o sensor errar ou trocar uma digital por outra qualquer.

Todas as impressões digitais são únicas e exclusivas, e isto as torna ideais para a identificação pessoal. Não existem duas impressões digitais iguais na face da Terra. A palma das mãos e a planta dos pés, incluindo a parte interna dos dedos apresentam sulcos em padrões concêntricos. A finalidade destes sulcos é de gerar uma maior fricção para segurar objetos ou apoiar em superfícies com mais firmeza e segurança.

 

Como funciona?
Os sulcos das impressões digitais não são retos e contínuos, e sim partidos, bifurcados e curvos. As extremidades, os pontos de bifurcação e os pontos de mudança de direção são conhecidos como minúcias. O conjunto destas minúcias, suas posições relativas e quantidades é que diferenciam uma impressão digital de outra.


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